Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

16.09.19

Adivinha o ano

chuviscado por Pingos de Chuva

Cá em casa, como em milhares pelo país, a televisão á hora do jantar está ligada nas notícias. No nosso caso, na SIC. E continua, mesmo depois de acabar, enquanto arrumo a cozinha. Ás vezes fazemos zapping entre canais mas sempre para ir deitando um olho ao que se passa "no país e no mundo" como diz o Rodrigo G. Carvalho. Ora hoje tivemos uma injecção de debate político em 5 (cinco!) canais ao mesmo tempo (3 generalistas e 2 de informação). O que sobrava era a TVI24 com conversa de futebol (pior ainda!) porque a CMTV está fora de questão. De resto, novelas, nop. Masterchefs temporada 45678, nop. Séries, não dão muito jeito porque ou estou de costas nas arrumações ou ando de um lado para o outro. Então há uns tempos fui parar ao VH1 e dei com o "Guess the year", adivinhar o ano da música. Começa ás 21h e dura uma hora. Dá para voltar a ouvir músicas antigas, relembrar as letras de algumas e tentar acertar no ano. Ás vezes, poucas, acerto. Outras, é um completo tiro ao lado, nem no século acerto. Mas dá para distrair e animar enquanto estou de volta dos pratos, talheres e tachos. E sempre é melhor que debates ou reportagens que não interessam para nada.

07.03.14

Locais com histórias para contar

chuviscado por Pingos de Chuva

Quando se fala em reencarnação, há aquelas pessoas que dizem com toda a certeza que foram princesas, rainhas noutras vidas. No meu caso, acho que devo ter sido qualquer coisa parecida com arquitecta ou construtora porque adoro casas, edifícios, monumentos e tudo o que seja construção antiga. Isto a propósito de duas rubricas que estrearam no Jornal da Noite da SIC: há uns 15 dias foi "Abandonados" e o primeiro caso foi o do Ondaparque na Costa da Caparica. Bem, não é um caso de edifício antigo mas o conceito da reportagem é interessante: ver o que é feito de locais antigamente cheios de vida e hoje completamente ao abandono. O desta semana è o Pavilhão Carlos Lopes, um edificio emblemático de Lisboa e que está quase em ruínas. E, como em tantos outros casos, é uma pena (tem uns painéis de azulejos lindos que vão desaparecendo a pouco e pouco)

 

A outra rubrica estreou hoje. Chama-se "Aqui há História" e neste caso é sobre locais com histórias para contar sobre quem neles viveu. Hoje foi sobre o chalet da Condessa de Edla no Parque da Pena, a dois passos do Palácio da Pena, em Sintra. Nunca lá fui mas faz parte da minha lista (assim como a Quinta da Regaleira). Foi mandado construir por D. Fernando II na segunda metade do Séc XIX para ali viver com a sua amante, a cantora Elise Hensler, Condessa de Edla. Como nunca o visitei, sempre tive a ideia de que era construído em madeira (como os chalets de montanha que pretendia imitar) mas os efeitos que parecem de madeira foram pintados nas paredes e os adornos e varandas feitos em cortiça. Consigo imaginar pessoas a viverem ali, naquele local tão bonito. E é isso que me atrai nos edifícios antigos: saber que foram construídos e habitados por pessoas que viviam de maneira tão diferente de nós.

 

Mais sobre mim

A ler ao som da chuva

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Como nem sempre faço referência, as fotos que aqui aparecem são retiradas da internet excepto as minhas que estão identificadas. Se alguma estiver protegida por direitos de autor, agradeço que me avisem e serão retiradas imediatamente.