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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

16.09.19

Adivinha o ano

chuviscado por Pingos de Chuva

Cá em casa, como em milhares pelo país, a televisão á hora do jantar está ligada nas notícias. No nosso caso, na SIC. E continua, mesmo depois de acabar, enquanto arrumo a cozinha. Ás vezes fazemos zapping entre canais mas sempre para ir deitando um olho ao que se passa "no país e no mundo" como diz o Rodrigo G. Carvalho. Ora hoje tivemos uma injecção de debate político em 5 (cinco!) canais ao mesmo tempo (3 generalistas e 2 de informação). O que sobrava era a TVI24 com conversa de futebol (pior ainda!) porque a CMTV está fora de questão. De resto, novelas, nop. Masterchefs temporada 45678, nop. Séries, não dão muito jeito porque ou estou de costas nas arrumações ou ando de um lado para o outro. Então há uns tempos fui parar ao VH1 e dei com o "Guess the year", adivinhar o ano da música. Começa ás 21h e dura uma hora. Dá para voltar a ouvir músicas antigas, relembrar as letras de algumas e tentar acertar no ano. Ás vezes, poucas, acerto. Outras, é um completo tiro ao lado, nem no século acerto. Mas dá para distrair e animar enquanto estou de volta dos pratos, talheres e tachos. E sempre é melhor que debates ou reportagens que não interessam para nada.

26.10.18

Sons de Outono

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Não tenho muito o hábito de ouvir música jazz. Não é o meu tipo favorito de música, até porque não tenho nenhum pois gosto de música, ponto. Talvez com excepção de música africana de que não consigo gostar. Adiante. Não ouço muito jazz mas é o estilo de música que sempre associei ao outono. Não consigo explicar mas lembra-me sempre esta altura do ano. Os dias mais curtos, o regresso do frio, o movimento da cidade depois de o sol se pôr. E o Central Park. Esta então não consigo explicar mesmo. Nunca lá fui e duvido que algum dia vá mas, se tal acontecesse, adorava que fosse no outono. E a ouvir jazz. A começar por esta:

 

13.05.18

Portugal - no 12 points

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Parece que Portugal ficou em último lugar no festival da eurovisão. Nada de novo. Depois de um ano de euforia, voltámos ao normal. Dei-me ao trabalho de ir ouvir a música que nos representou. Que looooongo bocejo😴😴😴😴😴. Coisinha tão fraca, sem sal. Não admira, portanto, o último lugar.😛 Mas a que ganhou também, valha-me a santa. Os senhores que há 60 e tal anos idealizaram isto, ao verem alguns dos vencedores dos últimos anos, devem estar a dar voltas na tumba até agora 🎤🎶

20.07.17

RIP Chester

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Foi por esta música que 'descobri' Linkin Park. Depois desta vieram outras: Breaking the habit, Leave out all the rest, Burn it down, Wating for the light than never ends, What I've done, In the end, Bleed it out, Iridescent, New divide e acabei por gostar daquela voz, quase no limite, do Chester. E hoje soube que ele tinha morrido. Uma pena. Por se perder mais um músico e por, atrás dele, os Linkin Park acabarem. Porque, digam o que disserem, as bandas são reconhecidas, não só mas principalmente, pelas vozes e quando esta desaparece, desaparece também a sua identidade. Uma pena 😔

12.05.17

Posso dar minha opinião?

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Já que toda a gente fala do Salvador Sobral, aproveito a onda. Ao contrário de quase todos, não lhe acho muita graça e a música, em si, mais parece que poderia ter sido cantada pela Simone nos anos 60. Pronto, podem bater. Agora reconheço que há ali qualquer coisa que faz toda a gente suspirar pela música e pelo rapaz. E, depois de ter visto os 3 ou 4 concorrentes anteriores á actuação do Salvador, percebi o que era. Trata-se uma simples música cantada por um rapaz de ar frágil, sensível e, ao mesmo tempo, descontraído, com um estilo muito seu. Todas as actuações anteriores (não me dei ao trabalho de ver as seguintes) eram encenadas, todos os gestos coreografados ao milímetro, muitos efeitos especiais, adereços, luzes. Tanto que a música era um mero... detalhe. Quando o Salvador actua, é somente ele e a sua música. Mais nada. Daí todos se renderem. Acho que estamos a voltar ao ponto de partida. Antigamente,  as actuações eram do mais simples possível. Com o avançar dos tempos, foram sendo cada vez mais elaboradas e inovadoras. Todos tentavam ser diferentes, quanto mais desse nas vistas, quanto mais espalhafatoso fosse, melhor. Era sinal de diferença e ser diferente dá pontos neste tipo de espectáculo. Mas tanta diferença acaba por cansar. De tal maneira que voltamos ao inicio. Ser diferente agora é ser o mais simples possível. E foi o que o Salvador fez. Ele e a sua música. Mais nada. E chegou. 

 

Agora é esperar por amanhã e ver como se sai no meio dos tubarões. Se bem que amanhã vou estar mais preocupada com outras 'competições' ali para os lados da Luz. Nérvus, muitos nérvus.

09.05.17

Onde se pode desligar?

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Acho que acontece com toda a gente associar uma música a pessoas, acontecimentos que recordamos cada vez que a ouvimos. E ouvir uma música de manhã e ficar com ela na cabeça o dia todo também. O problema é que a música que ouvi hoje e me andou nos ouvidos o dia inteirinho está associada ao maior erro/disparate/asneira/estupidez da minha vida, daqueles que nos arrependemos até ao fim dos dias. E lá está, voltei a pensar em tudo o que queria ter esquecido. Dispensava.

 

 

A música é esta e apesar de ser fan do Bryan Adams desde sempre, esta música é daquelas que, decididamente, não gosto e nunca lhe achei grande piada. Apenas calhou ouvi-la na altura errada.

26.12.16

George Michael

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Já não bastava o David Bowie, o Prince e o Leonard Cohen, este ano, antes de acabar, ainda havia de levar outro ídolo da música. Ao contrário dos outros de quem "gostava", o George Michael foi das minhas paixões assolapadas dos 14, 15, 16 anos. Daquelas com direito a poster pendurado, pesquisa pelas revistas todas da época onde aparecesse uma foto mínima dos Wham!. Conhecia as músicas todas deles, sabia a letra de cor de todo o álbum "Make it Big" que ouvia em looping. Felizmente, a maluqueira não era só minha, era partilhada com as amigas/colegas da escola. Quando os Wham! acabaram, não senti grande tristeza pois o elemento que interessava (o Andrew Ridgeley só fazia figura de presença) já mostrava que ia continuar a fazer parte dos meus gostos musicais. A única diferença foi deixar aquele lado fofinho e passar a ter o ar de bad, very bad boy. Mas, infelizmente e apesar continuar a ter êxitos, os escândalos foram sendo mais motivo de noticia que a música propriamente dita. Quando o Freddie Mercury morreu e o George Michael participou em algumas versões dos Queen ainda pensei que continuasse (seria bem melhor que o rapaz que lá está agora) mas tal não sucedeu. Uma pena. Lá se foi mais um pouquinho do séc XX. E ironia das ironias, no dia de Natal, época em que um dos sucessos que se ouve por todo o lado e que se tornou um dos hinos de Natal, é o "Last Christmas". Este foi, sem dúvida, o seu último Natal...

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