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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

19.04.18

A Neflix e eu

chuviscado por Pingos de Chuva

Longe vão os tempos em que apenas tínhamos á disposição 2 canais de televisão e já era muito bom. Sim, ainda sou desse tempo pré histórico. Hoje temos centenas de opções mas mesmo assim não chega. Parece que há um pacto entre todos, principalmente ao sábado á noite e domingo, para só passarem séries em loop e filmes tão fraquinhos ou então repetidos até á exaustão, já para não falarmos das 30 novelas seguidas, programas de porrada comentários sobre futebol e reality shows com elevado interesse cultural e do mais didactico que há. Resumindo, depois de muito ouvir falar em maratonas de séries, serões e tardes passadas a ver temporadas de enfiada, resolvi aderir á Netflix. E, embora não faça maratonas, já deu para ver alguns filmes, a 1a temporada de The Crown e, depois de tanto ouvir falar, vou a meio da 1a parte de La Casa de Papel. Confesso que entrei na onda e desde 2a feira vejo 2 episódios por noite. Ou melhor, obrigo-me a ver SÓ DOIS episódios porque, se me deixasse, era até ás tantas e se de manhã já me custa horrores a sair da cama imagina se fizesse noitada a ver séries. Depois de passarmos a vida a ser bombardeados por séries e filmes americanos/ingleses, foi uma surpresa ver uma série espanhola a dar tanto que falar. Acho que desde o longínquo Verano Azul (quem anda pelos 40s sabe do que falo, quem não anda pode ir cuscar no You Tube) que não via uma série que não fosse falada em inglês. E estou a adorar 😊

04.04.18

Os incêndios de Outubro, seis meses depois

chuviscado por Pingos de Chuva

Sempre que vou á aldeia dos meus pais, faço o percurso A1-IP3. Há muito anos que conheço razoavelmente bem aquela estrada, locais por onde passa e paisagem. Por motivos imprevistos, tive que ir á aldeia este fim de semana. Não voltava lá desde as férias de Agosto, ou seja, antes dos incêndios de Outubro. E agora, quase seis meses depois, pude ver a extensão daquela tragédia. Desde a zona de Penacova até Tondela, ao longo de todo o trajecto, até onde a vista alcança, não se vê uma árvore verde. Apesar de já ter passado algum tempo e de o verde da natureza estar a começar de aparecer, apenas se vêem troncos queimados. Ao longo das bermas da estrada, ao lado de casas, nos jardins das casas. E voltam á memória as imagens que todos vimos na televisão, pessoas desesperadas com o fogo ao pé de casa. Por todo o lado se vê madeira queimada empilhada, algumas árvores cortadas mas a maior parte continua ali, como uma lembrança do que aconteceu. Ao longo dos anos houve algumas zonas que arderam mas nunca uma extensão tão grande. Uma tristeza imensa ver no que se transformou toda aquela paisagem...

 

14.03.18

...

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"O Paraíso é um conto de fadas para as pessoas que têm medo do escuro"

Stephen Hawking 

08.03.18

Coisas só minhas

chuviscado por Pingos de Chuva

A vida faz-se de capitulos. Vamos fechando uns e abrindo outros. Hoje, fechei um capítulo na minha vida. Sei que a partir de agora tudo vai ser diferente e não posso fazer nada para alterar. Só me resta continuar, um dia de cada vez. 

 

(mais uma vez, tenho que agradecer á vida/destino/karma ou o que quer que seja que controla a minha existência, mais este pontapé, por me ter tirado uma das poucas coisas boas que tinha)

26.02.18

Brrr❄

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Quem é que hoje foi na cantiga das previsões meteorológicas e acreditou que a temperatura ia subir e saiu de casa "à fresca"? É que mal saí a porta do prédio levei com um ar siberiano e só não voltei atrás para ir buscar um cachecol porque já estava atrasada. O resto do dia? A "rapar frio"....

16.02.18

Coisas de hoje em dia

chuviscado por Pingos de Chuva

O que não falta hoje em dia são maneiras de comunicarmos. Estou a falar das várias aplicações que podemos usar. Messenger, Whatsapp e as velhinhas SMS assim como do próprio Facebook ou Instagram. O que dá origem ao que acontece com um amigo meu. Hoje ligou-me mas como só me apercebi quando ele já tinha desligado, liguei de volta. Não me atendeu. Mandei uma msg pelo Whatsapp. Respondeu-me por SMS. Outras vezes escrevo-lhe por Messenger, responde-me por Whatsapp. Ou partilho qualquer coisa pelo Facebook e responde-me por SMS. No fundo, o que interessa é ter alguma coisa para dizer porque para o fazermos temos muito por onde escolher.

 

Ás vezes dou comigo a pensar como é que o mundo funcionava antes de estarmos comunicáveis a qualquer hora e em qualquer lado. Mas funcionava. E se calhar, em alguns casos, estávamos melhor. Falo por mim, que, felizmente, não sou dependente do telemóvel.

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