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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Onde se pode desligar?

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Acho que acontece com toda a gente associar uma música a pessoas, acontecimentos que recordamos cada vez que a ouvimos. E ouvir uma música de manhã e ficar com ela na cabeça o dia todo também. O problema é que a música que ouvi hoje e me andou nos ouvidos o dia inteirinho está associada ao maior erro/disparate/asneira/estupidez da minha vida, daqueles que nos arrependemos até ao fim dos dias. E lá está, voltei a pensar em tudo o que queria ter esquecido. Dispensava.

 

 

A música é esta e apesar de ser fan do Bryan Adams desde sempre, esta música é daquelas que, decididamente, não gosto e nunca lhe achei grande piada. Apenas calhou ouvi-la na altura errada.

Só a mim

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Ás vezes, acho que a vida, ou destino, sei lá, além de me dar pontapés, ainda acha que deve gozar com a minha cara. Senão, vejamos: o meu dia a dia resume-se a casa-trabalho-casa e pouco mais. A minha agenda nunca tem grandes compromissos. Por isso, quando marco qualquer coisa nem tenho que me preocupar se há mais alguma coisa marcada para o mesmo dia.  Até que nas últimas semanas aconteceu no dia em que tinha combinado ir à BTL afinal não podia sair de casa, era sair directa do trabalho para casa (e logo nesse dia até saí mais cedo). Na 4a feira tinha marcado, já há semanas, um exame às 9 horas. Agora marcaram uma consulta para o mesmo dia... às 9.30. Tive que remarcar o exame. No próximo sábado estava combinado o jantar da malta. Resolveram antecipar o jogo do Benfica (ao contrário do que se esperava) e um de nós vai ver o jogo - os outros também mas em casa. Remarcar para o outro fim de semana a seguir. No domingo vou à caminhada da Corrida da Mulher onde pensava andar nas calmas, divertir-me e voltar sem pressas, á hora que fosse. No sábado recebi um convite, que dispensava mas de que não posso livrar-me, para um almoço de aniversário. Lá se vai a caminhada relaxada a pensar que tenho que me despachar. M€$#£@ de vida. Vai gozar com o raio que te parta!!!!

Até agora, para esquecer

2a feira. Amanhã. Depois de um fim de semana em que parece que fui atropelada por uma manada de elefantes em fúria, vai ser uma bela 2a feira. Vai, vai.

 

Demora muito para acabar o mês ano? É que está a ser um ano cheio de coisas boas, não haja dúvida. E a tendência não é para melhorar. A minha passagem de ano já estava a adivinhar...

 

Discussões

Há pessoas que se pelam por uma boa discussão. Adoram esgrimir argumentos, debater ideias e fazer valer o seu ponto de vista (tenham ou não razão). Eu, pelo contrário, odeio. Odeio discutir, odeio teimar em algo e, na maior parte das vezes, acabo por me calar. E mais tarde, muito mais tarde, acaba por me vir à cabeça tudo o que devia ter dito, as respostas que devia ter dado mas que na altura nem me dei ao trabalho de pensar porque, lá está, odeio discussões. Sou mais do tipo: 

Um copo

- eu: isto é um copo

- alguém: não, é um prato

- eu: é um copo

- alguém: claro que não é. É um prato

- eu: mas não dá para ver que é um copo!?

- alguém (com ar de quem tem toda a razão do mundo): é um prato

- eu: ..... sim, claro tens toda a razão. É um prato lindo, de porcelana fina e tem uns tons de azul lindos, não tem?

 

O que não quer dizer que viva em estado zen permanente. Também me salta a tampa. Muitas vezes. Mas não tenho é paciência para guerras (e há pessoas que conseguem viver assim...). Já as tive mais do que queria e agora quero é paz e sossego. Pelo menos, tento fazer por isso.

 

Cozinhar ou talvez não

Hoje dei-me conta que deixei de fazer algo de que gostava: cozinhar. Procurar uma receita ou redescobrir outra pelo meio dos recortes e escritos ou na net e segui-la, ás vezes com algumas adaptações. Experimentar coisas novas. Pois é, deixei de fazer isso. Agora limito-me a desenrascar alguma coisa rápida e que não dê muito trabalho a fazer. Mesmo não querendo, a vida muda-nos. Muda os nossos hábitos e nem sempre para melhor...

 

Percebi isso hoje quando vi uma receita num blog e pensei guardar para a fazer mais tarde. Mas acabei por chegar à conclusão, não vale a pena. Não vou fazê-la mesmo.

Pensar demais

Gostava de pensar menos. De dar um passo em frente sem me interrogar onde vou parar. Ás vezes, na vida, é preciso avançar sem pensar nas consequências, arriscar para que algo de bom nos aconteça. Mas é mais forte que eu, não consigo. Tenho sempre de saber, ou pelo menos ter uma noção, daquilo com que posso contar. Faço autênticos filmes em que o pior sempre acontece. Penso em todas as possibilidades, em todas as hipóteses e acabo muitas vezes por dar um passo atrás. E é por isso que tenho a sensação de que toda a gente á minha volta vai avançando e eu estou parada. A passar ao lado de tudo. Da vida.

Já chega!!

Mais uma fatia de 7% do nosso salário que vai ao ar. E depois o outro é que está triste porque ganha 1 milhão por mês! Senhora da má vida que os pariu!!! Andamos nós a descontar para a segurança social para quê?! Saúde paga? Cada vez mais se tem que pagar pelos serviços da saúde. Reforma? Por este andar, para quem hoje contribui, quando chegar á idade para a reforma, já não há dinheiro para ninguém. Restam os parasitas da sociedade, que todos nós que trabalhamos, sustentamos para que não façam a ponta de um corno o dia inteiro e ainda se recusem a trabalhar porque recebem mais do RSI. Repito: senhora da má vida que os pariu!!!

Um gesto pequeno...

Nos últimos dias, desde o acidente que sofreu o Angélico Vieira, discute-se muito sobre o uso do cinto de segurança. Mas não devia. Não devia discutir-se sobre um gesto que devia ser tão automático como rodar a chave na ignição. Podem vir os defensores de que o cinto ás vezes acaba por não salvar a vida e até causar lesões mas, se mais provas fossem precisas, neste caso o ferido ligeiro era o único que levava o cinto posto e, provavelmente, as lesões dos feridos graves, se calhar, teriam sido menos graves e mais provável ainda seria a vitima mortal ter escapado com vida. Nunca se vai ter a certeza mas...

Lembro-me de há muito anos atrás, uns tios meus terem um acidente em que as lesões que sofreram foram provocadas pelos cintos de segurança. Mas foram lesões de que recuperaram totalmente e cá continuam ao pé de nós. Mas, se não fossem os cintos de segurança, quem sabe...

Tive um professor de Socorrismo no liceu, paranóico pela segurança rodoviária numa altura em que o cinto de segurança não passava de um adorno, longe de ser obrigatório, que dizia que, até para ir ao fundo da rua buscar o jornal, colocava o cinto. Nunca me esqueci destas palavras e hoje, para mim, é um gesto automático. Até para ir ao fundo da rua. Não custa nada. E pode salvar-nos a vida.

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