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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

2019? Mesmo!?

Com tanta oferta de séries em tantos canais, acabo por me perder nas temporadas de muitas. Há poucas que me prendam e que eu siga religiosamente. Tirando 24 (tenho a última temporada na box para ver), Grey's Anatomy (que já enjoa, eu sei) e Banshee (fui vendo aos bocados a 3a temporada mas também está na box) as outras vou vendo uns episódios de vez em quando. Por outro lado, temos Game of Thrones. Já ia na 3a temporada quando resolvi ver que série era aquela de que se falava tanto. Comecei, e continuo até hoje, a ver os episódios todos de uma vez e agora mal consigo esperar pela temporada seguinte. É daquelas séries que se começas a ver, ficas viciado. Por isso, mesmo depois de passar semanas a ver/ler spoilers, estava decidida a ver a série toda de uma vez, como sempre. Acabei de ver o último episódio. E agora? Só volta em 2019!?? Vamos ficar até lá à espera de saber o que vai acontecer agora que a muralha foi com as couves, que o Jon afinal é um Targaryen e acabou de se enrolar com a tia, que o Jamie finalmente ganhou coragem e deixou a Cersei a falar sózinha, que o Theon a final até tem @#$%€ e vai salvar a irmã, que o inverno chegou e os mortos vêm aí??? Tenham vergonha, senhores produtores, e ponham-se a trabalhar. Aproveitem o inverno que realmente vem aí e tratem de filmar a 8a temporada que a malta quer saber o que vai acontecer e não está para esperar 2 anos!...

Posso dar minha opinião?

Já que toda a gente fala do Salvador Sobral, aproveito a onda. Ao contrário de quase todos, não lhe acho muita graça e a música, em si, mais parece que poderia ter sido cantada pela Simone nos anos 60. Pronto, podem bater. Agora reconheço que há ali qualquer coisa que faz toda a gente suspirar pela música e pelo rapaz. E, depois de ter visto os 3 ou 4 concorrentes anteriores á actuação do Salvador, percebi o que era. Trata-se uma simples música cantada por um rapaz de ar frágil, sensível e, ao mesmo tempo, descontraído, com um estilo muito seu. Todas as actuações anteriores (não me dei ao trabalho de ver as seguintes) eram encenadas, todos os gestos coreografados ao milímetro, muitos efeitos especiais, adereços, luzes. Tanto que a música era um mero... detalhe. Quando o Salvador actua, é somente ele e a sua música. Mais nada. Daí todos se renderem. Acho que estamos a voltar ao ponto de partida. Antigamente,  as actuações eram do mais simples possível. Com o avançar dos tempos, foram sendo cada vez mais elaboradas e inovadoras. Todos tentavam ser diferentes, quanto mais desse nas vistas, quanto mais espalhafatoso fosse, melhor. Era sinal de diferença e ser diferente dá pontos neste tipo de espectáculo. Mas tanta diferença acaba por cansar. De tal maneira que voltamos ao inicio. Ser diferente agora é ser o mais simples possível. E foi o que o Salvador fez. Ele e a sua música. Mais nada. E chegou. 

 

Agora é esperar por amanhã e ver como se sai no meio dos tubarões. Se bem que amanhã vou estar mais preocupada com outras 'competições' ali para os lados da Luz. Nérvus, muitos nérvus.

24

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Acabei ontem a 9º temporada de 24. Desta vez com metade dos episódios mas como sempre a um ritmo alucinante. Já aqui disse que é das minhas séries preferidas. Acho que vai ficar por aqui ou até o Kiefer Sutherland voltar a ter vontade e genica para interpretar o Jack Bauer. Mas já li por aí que estão a pensar continuar a série com uma nova personagem central. Big mistake. 24 é Jack Bauer. Não inventem.

Memórias

Ontem, nos Perdidos e Achados, falou-se de duas séries que, só de ouvir a música, me trazem lembranças. Do Verão Azul já aqui falei há uns tempos. Dos Pequenos Vagabundos, as memórias já não são muitas mas mesmo assim nunca esqueci a música, algumas cenas no castelo (uma delas em que um dos miúdos se escondia dentro de uma armadura), do acampamento e do... Jean Loup, a minha primeira paixão avassaladora. É que dos outros miúdos não me lembro dos nomes mas do Jean Loup nunca me esqueci :-) Quem via estas séries e nunca imitou as suas aventuras e até aprendeu a falar francês e espanhol?

Locais com histórias para contar

Quando se fala em reencarnação, há aquelas pessoas que dizem com toda a certeza que foram princesas, rainhas noutras vidas. No meu caso, acho que devo ter sido qualquer coisa parecida com arquitecta ou construtora porque adoro casas, edifícios, monumentos e tudo o que seja construção antiga. Isto a propósito de duas rubricas que estrearam no Jornal da Noite da SIC: há uns 15 dias foi "Abandonados" e o primeiro caso foi o do Ondaparque na Costa da Caparica. Bem, não é um caso de edifício antigo mas o conceito da reportagem é interessante: ver o que é feito de locais antigamente cheios de vida e hoje completamente ao abandono. O desta semana è o Pavilhão Carlos Lopes, um edificio emblemático de Lisboa e que está quase em ruínas. E, como em tantos outros casos, é uma pena (tem uns painéis de azulejos lindos que vão desaparecendo a pouco e pouco)

 

A outra rubrica estreou hoje. Chama-se "Aqui há História" e neste caso é sobre locais com histórias para contar sobre quem neles viveu. Hoje foi sobre o chalet da Condessa de Edla no Parque da Pena, a dois passos do Palácio da Pena, em Sintra. Nunca lá fui mas faz parte da minha lista (assim como a Quinta da Regaleira). Foi mandado construir por D. Fernando II na segunda metade do Séc XIX para ali viver com a sua amante, a cantora Elise Hensler, Condessa de Edla. Como nunca o visitei, sempre tive a ideia de que era construído em madeira (como os chalets de montanha que pretendia imitar) mas os efeitos que parecem de madeira foram pintados nas paredes e os adornos e varandas feitos em cortiça. Consigo imaginar pessoas a viverem ali, naquele local tão bonito. E é isso que me atrai nos edifícios antigos: saber que foram construídos e habitados por pessoas que viviam de maneira tão diferente de nós.

 

E por falar em séries

Adoro esta do Discovery. Os testes e corridas que fazem levam-me às lágrimas de tanto rir. Como ontem, enquanto arrumava a cozinha do jantar e ia vendo o episódio em que resolveram testar pequenos SUV's com caravanas atreladas numa corrida em que as caravanas não acabaram em muito bom estado. 

New series on the block

E porque o Grey's Anatomy (sim, eu vejo isto e não perco um episódio) está de férias, o Kiefer Sutherland ainda não voltou com a temporada 9 de 24, o Downton Abbey acabou há pouco (desilusão no episódio de Natal, fraquinho), já não há paciência para os CSI's, o Mentes Criminosas dá-me pesadelos, nunca vi nada do Walking Dead ou Breaking Bad, descobri estas duas no MOV. Vendo bem, em ambas a história começa com a chegada de um desconhecido á cidade. No caso de Under the Dome, é baseada num livro de Stephen King  e conta a história de uma cidade, Chester's Mill, que de repente se vê isolada do resto do mundo por uma redoma impenetrável. Quanto a Banshee, passa-se numa cidade Amish na Pensilvânia e começa quando um ex-condenado assume a identidade do novo Xeriff da cidade enquanto se esconde do seu passado e tenta encontrar a sua antiga cúmplice.