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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

20.07.17

RIP Chester

Foi por esta música que 'descobri' Linkin Park. Depois desta vieram outras: Breaking the habit, Leave out all the rest, Burn it down, Wating for the light than never ends, What I've done, In the end, Bleed it out, Iridescent, New divide e acabei por gostar daquela voz, quase no limite, do Chester. E hoje soube que ele tinha morrido. Uma pena. Por se perder mais um músico e por, atrás dele, os Linkin Park acabarem. Porque, digam o que disserem, as bandas são reconhecidas, não só mas principalmente, pelas vozes e quando esta desaparece, desaparece também a sua identidade. Uma pena 😔

12.05.17

Posso dar minha opinião?

Já que toda a gente fala do Salvador Sobral, aproveito a onda. Ao contrário de quase todos, não lhe acho muita graça e a música, em si, mais parece que poderia ter sido cantada pela Simone nos anos 60. Pronto, podem bater. Agora reconheço que há ali qualquer coisa que faz toda a gente suspirar pela música e pelo rapaz. E, depois de ter visto os 3 ou 4 concorrentes anteriores á actuação do Salvador, percebi o que era. Trata-se uma simples música cantada por um rapaz de ar frágil, sensível e, ao mesmo tempo, descontraído, com um estilo muito seu. Todas as actuações anteriores (não me dei ao trabalho de ver as seguintes) eram encenadas, todos os gestos coreografados ao milímetro, muitos efeitos especiais, adereços, luzes. Tanto que a música era um mero... detalhe. Quando o Salvador actua, é somente ele e a sua música. Mais nada. Daí todos se renderem. Acho que estamos a voltar ao ponto de partida. Antigamente,  as actuações eram do mais simples possível. Com o avançar dos tempos, foram sendo cada vez mais elaboradas e inovadoras. Todos tentavam ser diferentes, quanto mais desse nas vistas, quanto mais espalhafatoso fosse, melhor. Era sinal de diferença e ser diferente dá pontos neste tipo de espectáculo. Mas tanta diferença acaba por cansar. De tal maneira que voltamos ao inicio. Ser diferente agora é ser o mais simples possível. E foi o que o Salvador fez. Ele e a sua música. Mais nada. E chegou. 

 

Agora é esperar por amanhã e ver como se sai no meio dos tubarões. Se bem que amanhã vou estar mais preocupada com outras 'competições' ali para os lados da Luz. Nérvus, muitos nérvus.

09.05.17

Onde se pode desligar?

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Acho que acontece com toda a gente associar uma música a pessoas, acontecimentos que recordamos cada vez que a ouvimos. E ouvir uma música de manhã e ficar com ela na cabeça o dia todo também. O problema é que a música que ouvi hoje e me andou nos ouvidos o dia inteirinho está associada ao maior erro/disparate/asneira/estupidez da minha vida, daqueles que nos arrependemos até ao fim dos dias. E lá está, voltei a pensar em tudo o que queria ter esquecido. Dispensava.

 

 

A música é esta e apesar de ser fan do Bryan Adams desde sempre, esta música é daquelas que, decididamente, não gosto e nunca lhe achei grande piada. Apenas calhou ouvi-la na altura errada.

26.12.16

George Michael

Já não bastava o David Bowie, o Prince e o Leonard Cohen, este ano, antes de acabar, ainda havia de levar outro ídolo da música. Ao contrário dos outros de quem "gostava", o George Michael foi das minhas paixões assolapadas dos 14, 15, 16 anos. Daquelas com direito a poster pendurado, pesquisa pelas revistas todas da época onde aparecesse uma foto mínima dos Wham!. Conhecia as músicas todas deles, sabia a letra de cor de todo o álbum "Make it Big" que ouvia em looping. Felizmente, a maluqueira não era só minha, era partilhada com as amigas/colegas da escola. Quando os Wham! acabaram, não senti grande tristeza pois o elemento que interessava (o Andrew Ridgeley só fazia figura de presença) já mostrava que ia continuar a fazer parte dos meus gostos musicais. A única diferença foi deixar aquele lado fofinho e passar a ter o ar de bad, very bad boy. Mas, infelizmente e apesar continuar a ter êxitos, os escândalos foram sendo mais motivo de noticia que a música propriamente dita. Quando o Freddie Mercury morreu e o George Michael participou em algumas versões dos Queen ainda pensei que continuasse (seria bem melhor que o rapaz que lá está agora) mas tal não sucedeu. Uma pena. Lá se foi mais um pouquinho do séc XX. E ironia das ironias, no dia de Natal, época em que um dos sucessos que se ouve por todo o lado e que se tornou um dos hinos de Natal, é o "Last Christmas". Este foi, sem dúvida, o seu último Natal...

21.04.16

Doves are crying now

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Irra, que este ano isto vai mal. Depois do David Bowie, agora é o Prince que desaparece. Embora nos últimos tempos não ouvisse grande coisa das músicas mais recentes, houve algumas das mais antigas que ficam para sempre na memória: Purple Rain, Diamonds and Pearls, Kiss, Cream, When Doves Cry, The Most Beautiful Girl in the World, Raspberry Beret são algumas de que gostei. Provocante e espalhafatoso, sempre o preferi na comparação com o Michael Jackson, no tempo da "rivalidade" entre os dois. Sempre impecável nos seus fatos coloridos e do alto dos seus saltos para compensar ser tão baixinho. Achava que era mais verdadeiro que a caricatura em que se tornou o Michael Jackson. Uma pena. Mais um génio que nos deixa. 

11.01.16

David Bowie

Nunca fui fã do David Bowie, apenas gostava de uma ou outra música. Mas ele, junto com outros, faziam parte das minha memórias de quando comecei a ouvir música de gente grande. A primeira vez que o ouvi foi no "Under pressure" dos Queen. Era a música que andava pelos tops na altura. Ao longo dos anos fui conhecendo outras mas, como disse, sem nunca ser fã dele. O que não invalida que ache que era uma das lendas da música, daquelas que ficam na história. A morte dele lembra-me a do Freddie Mercury, tinha sido noticia uns dias antes por ter assumido que tinha sida. Neste caso, lembro-me de na 6ª feira ter visto pelo facebook a noticia de que fazia anos e tinha lançado um novo álbum. O mundo da música ficou mais pobre. Como li num tweet destacado na página do Sapo, "o séc XX está a fugir-nos debaixo dos pés". 

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