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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Sou, oficialmente, pitosga

Há já uns tempos que tenho dificuldade em ver ao perto mas fui adiando a ida ao médico por preguiça. Até que me resolvi. Marquei uma análise visual numa loja conhecida e depois de saltar entre máquinas, ver pontinhos, letras e riscos, o técnico chegou á mesma conclusão que eu: tenho que usar óculos só para ver ao perto - ler, computador - já que ao longe, embora não esteja a 100%, é uma coisa mínima. Quando tinha uns 10-11 anos, depois de um rastreio na escola onde andava, aconselharam-me uma ida ao oftalmologista que me pôs a usar uns óculos que sempre odiei. Deveria ser por apenas um ano mas, a maior parte do tempo, deixava-os de lado, apesar dos ralhetes da minha mãe. Acabei por desistir de vez deles e até agora nunca mais tinha precisado. Até agora, em que me fui apercebendo que as letras já não estavam tão nítidas. Culpa de passar muito tempo com um computador à frente já para não falar no telemóvel (não sou dependente como muitos mas o computador é no trabalho e um pouco em casa e o telemóvel só por distracção). Saí da consulta com uma graduação não muito elevada mas que me vai ajudar. Paguei a consulta (o valor vai ser descontado na compra da armação) e fui para a zona de escolha de armações. Esperei, esperei, esperei e desisti. As duas técnicas que estavam a atender estavam com duas adolescentes, cada uma com 5246892 modelos espalhados na mesa, a tentar escolher qual o modelo que as faria parecer mais giras lá na escola. Acho que ainda lá estão a experimentar modelos. Resultado: na próxima semana volto lá e espero resolver o assunto.