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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pelo meio da multidão

Ontem foi dia de passeio por Lisboa. Desta vez, fui descobrir o miradouro de Sto Amaro e a capela que aí existe. Não é muito conhecido, pelos menos pelos turistas. Daí estar deserto mas com a capela aberta. Pequena, bonita, com as paredes de fora forradas de azulejos. Um nova perspectiva de Lisboa, principalmente da ponte e do rio. (lembro-me de ser miúda, ir para praia de autocarro e, ao passar na ponte, reparar naquele edifício redondo com um terraço à volta)

 

Próxima paragem: Belém. Parece que o mundo inteiro despencou na zona entre o palácio e a torre de Belém. Mas o mundo inteiro MESMO. Não estava à espera que estivesse um deserto mas com tanta gente? Quase não se conseguia dar dois passos sem chocar com alguém. A fila para os pastéis, enooorme (felizmente não sou grande apreciadora), à entrada dos Jerónimos, uma multidão, a passagem de acesso à torre cheia de gente a entrar e a sair. Por todo lado turistas aos magotes. O único sitio calmo onde se estava sossegado, sem confusões, era à beira rio, ao lado da Fundação Champalimaud. E a vista? Linda. Aquele mar de prata sem fim. Só por isso valeu a pena.

 

Decididamente Lisboa, ou certas zonas de Lisboa, estão cada vez mais atulhadas de turistas tornando impossível um simples passeio sem gente por todo o lado. É que faz viver numa cidade na moda. Felizmente ainda sobra muita cidade para se conhecer.

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