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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

18.04.17

Memórias

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Memórias. De jogar ao mata lá ao fundo, á direita. De saltar a macaca onde hoje está uma rampa de acesso ao lado das escadas. De jogar ao berlinde do outro lado deste muro. De jogarmos á pedra na escadaria (até aparecer alguém a ralhar porque não podíamos estar todos ali a ocupar as escadas de uma ponta á outra). Do 'verdade ou consequência' no recanto do jardim que havia em frente ás escadas. De jogar á apanhada pelo meio dos arbustos e árvores. Da biblioteca no 2° andar (as janelas da direita, no 1° andar era a sala dos professores). O ginásio do lado oposto e o refeitório no andar de baixo. As aulas de ginástica no recreio lá atrás. Os campeonatos de futebol entre turmas onde só os rapazes jogavam e as raparigas ficavam de fora o torcer pelos 'nossos'. As aulas de música na cave e as de francês na sala envidraçada de onde se via a Praça de Espanha. As aulas de ciências do 1° ano onde fazíamos gato sapato da professora e cantavamos em alto e bom som ' Ei teacher! Leave the kids alone!' dos Pink Floyd. As filas para o almoço no refeitório. As aulas de Português em que a professora nos leu, um pouco em todas as aulas ao longo do ano,  'A fada Oriana' de Sophia de Mello Breyner. As corridas pelos corredores enooormes assim que tocava para a entrada ou saída. E tantas outras memórias dos dois anos que ali passei.

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