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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

26.12.16

George Michael

Já não bastava o David Bowie, o Prince e o Leonard Cohen, este ano, antes de acabar, ainda havia de levar outro ídolo da música. Ao contrário dos outros de quem "gostava", o George Michael foi das minhas paixões assolapadas dos 14, 15, 16 anos. Daquelas com direito a poster pendurado, pesquisa pelas revistas todas da época onde aparecesse uma foto mínima dos Wham!. Conhecia as músicas todas deles, sabia a letra de cor de todo o álbum "Make it Big" que ouvia em looping. Felizmente, a maluqueira não era só minha, era partilhada com as amigas/colegas da escola. Quando os Wham! acabaram, não senti grande tristeza pois o elemento que interessava (o Andrew Ridgeley só fazia figura de presença) já mostrava que ia continuar a fazer parte dos meus gostos musicais. A única diferença foi deixar aquele lado fofinho e passar a ter o ar de bad, very bad boy. Mas, infelizmente e apesar continuar a ter êxitos, os escândalos foram sendo mais motivo de noticia que a música propriamente dita. Quando o Freddie Mercury morreu e o George Michael participou em algumas versões dos Queen ainda pensei que continuasse (seria bem melhor que o rapaz que lá está agora) mas tal não sucedeu. Uma pena. Lá se foi mais um pouquinho do séc XX. E ironia das ironias, no dia de Natal, época em que um dos sucessos que se ouve por todo o lado e que se tornou um dos hinos de Natal, é o "Last Christmas". Este foi, sem dúvida, o seu último Natal...

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