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Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Pingos de Chuva

Depois da chuva passar, haverá sempre um arco-iris no céu

Eu...

... quando, na caixa do supermercado, tento tirar as últimas compras do carrinho (que são sempre as de menor tamanho):

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É o que faz ter uns estonteantes e vertiginosos 155 cm de altura. Um dia destes, ou viro o carrinho por cima de mim ou vou parar lá dentro...

Odeio-te Janeiro!

Odeio, odeio, odeio o mês de Janeiro. Depois de toda a agitação de Dezembro, eis que chega o mês que mais odeio. O trabalho que andei a empurrar com a barriga durante o mês anterior descamba todo agora e mal consigo despachar a papelada acumulada. E para juntar, os prazos de tralhas que têm de ser cumpridos até ao fim do mês. Por tudo isso, odeio Janeiro! Se me apanho em Fevereiro até penso que é mentira.

 

Ainda falta muito para o fim do mês? 

Dia de nevoeiro

Hoje de manhã, ao sair de casa, senti-me um D. Sebastião tal era o nevoeiro. Mal dava para ver os prédios da rua de cima. E pelos vistos não melhorou durante o dia pois quando saí continuava e continua na mesma. É hoje que o D. Sebastião volta?

Ainda o George Michael

Ontem há noite, no meio do zapping, parei no VH1 onde passavam, uns atrás dos outros, vários videos das músicas dos Wham! (além de outras da carreira a solo) e dei comigo a lembrar-me das letras de muitas delas. 

George Michael

Já não bastava o David Bowie, o Prince e o Leonard Cohen, este ano, antes de acabar, ainda havia de levar outro ídolo da música. Ao contrário dos outros de quem "gostava", o George Michael foi das minhas paixões assolapadas dos 14, 15, 16 anos. Daquelas com direito a poster pendurado, pesquisa pelas revistas todas da época onde aparecesse uma foto mínima dos Wham!. Conhecia as músicas todas deles, sabia a letra de cor de todo o álbum "Make it Big" que ouvia em looping. Felizmente, a maluqueira não era só minha, era partilhada com as amigas/colegas da escola. Quando os Wham! acabaram, não senti grande tristeza pois o elemento que interessava (o Andrew Ridgeley só fazia figura de presença) já mostrava que ia continuar a fazer parte dos meus gostos musicais. A única diferença foi deixar aquele lado fofinho e passar a ter o ar de bad, very bad boy. Mas, infelizmente e apesar continuar a ter êxitos, os escândalos foram sendo mais motivo de noticia que a música propriamente dita. Quando o Freddie Mercury morreu e o George Michael participou em algumas versões dos Queen ainda pensei que continuasse (seria bem melhor que o rapaz que lá está agora) mas tal não sucedeu. Uma pena. Lá se foi mais um pouquinho do séc XX. E ironia das ironias, no dia de Natal, época em que um dos sucessos que se ouve por todo o lado e que se tornou um dos hinos de Natal, é o "Last Christmas". Este foi, sem dúvida, o seu último Natal...